
Céticos, esses crentes na perene e mórbida insensatez de consciência plena e incorruptível. Esses que encontram na consciência e, às vezes, na subconsciência, as justificativas de suas dúvidas.
Tudo é encontrado pois, de alguma forma, necessita ser justificado.
Até mesmo os crentes na descrença que o crer não é suficiente mas ter fé é necessário sabem tão, ou mais, que esses já mencionados, donos de seu mórbido e insensato ceticismo, perecerão às suas próprias descrenças.
Descrenças as quais justificam, sequer, o injustificável. Descrenças as quais não pertencem aos crentes.
Somente aqueles plenos de sua coragem, mas ignorantes de sua covardia, tem a capacidade de, no mais desalentador momento de suas vidas, desafiarem a si mesmos e justificarem com o aquilo que não crêem o que não compreendem... E dessa forma se tornam o que jamais pensaram ser: hipócritas.