quinta-feira, 2 de junho de 2016

Irraciocínio

Por vezes, e tantas, saber ou desconhecer torna-se fundamental. É sábio assumir a luz ou a escuridão. Difícil é aceitar a decisão. Definitivamente eu compreendo os aceites de cada contrato, sejam quais forem suas cláusulas, no entanto torna-las plausíveis aos alheios é a parte mais complexa do processo.
Viver uma vida de aceites não é viver uma vida de concordâncias. Viver uma vida de aceites é compreender a submersão, adaptar-se e evoluir.
A evolução é o ponto chave pois, sem crescimento; sem evolução; sem revolução, sem ascensão; sem possibilidades de novas estruturações e, assim, torna-se em estagnação geral.
Regras?
Ordem?
Condutas?
Jamais!
Apenas observações, afinal do que vale conclusões se não confrontos para dignas estruturações?

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Caos!

Talvez houvesse formas disformes de um mesmo molde, mas então para quê crer que desconstruir é uma nova construção, sendo que a formação nasce da falta de ordem e incongruência?

Caos!

E então tudo se ordenou sem compreensão pois nada mais deixou de ser bagunça aos olhos dos cegos e mentes dos incapazes. Nada mais fez-se desde então, somente observou-se.

Caos!

Contemplar é a nova ordem, seja ativa ou passivamente. Não possui mais interesse tampouco motivação para desordenar/ordenar, desconstruir/construir, desformar/formar...

Caos!

Forjou o próprio assassinato para que, em paz, pudesse viver sem as questões humanas.
Então deus se matou, enganando à todos, menos àqueles capazes...


Caos?

Talvez ordem.
Ordem e caos?
Não.
Então o que?
Desordem.


(Sinapses Desvairadas em A Arte de Não me Fazer Entender)