A máquina cerebral sem dúvida é fantástica: controla uma outra máquina tão complexa e digna de elogios, em muitos casos, que chega ser esquecida, eventualmente.
Muitos deixam passar belas engenharias mentais por pura preguiça de entender a mecânica por trás. Somo tão ansiosos por sair operando e brincando que, simplesmente, abstraimos o manual do usuário e cometemos erros terríveis. Muitas das vezes basta apenas uma olhadinha para o mecanismo que, de tão simples, parece bobo. Porém, esquecem-se que a simplicidade do funcionamento implica numa responsabilidade muito grande de sua eficiência. Por conta disto que se deve dar atenção aos detalhes, aos sinais, aos sons, aos movimentos, à forma.
Permita-se conhecer os mecanismos viciantes da máquina imperfeita alheia, especialmente se ela controlar outra bela maravilha da engenharia divina. Permita-se montar e desmontar o outro e a si. Permita-se.

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