quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Carnaval dos trilhos

Nunca, em dias após o outro, detestei o vazio. Estava a contemplar minha leitura, após sorrisos ao pé de uma página par, ou era ímpar? Fato era que necessitava dar continuidade. Encontrava-me hirto, mentalmente também e, entre uma estação e outra, com seu habitual gingado, digno que sambistas, o trem pôs-se a rebolar.. Não mais que 7 ou 8 segundos. Frenético! Ouso dizer que ouvi uma bateria de samba rufar os tambores.
A verdade é que nesse exato momento havia soltado o pedestal da minha alegoria para folhar a próxima página ímpar. Ou era par? Como consequência continuei rindo, mas não pelo texto, e sim pela iminente prostração do integrante do abre alas.

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