No silêncio da mente, entre os pensamentos insanos e outros profanos, escuta-se as mais impensáveis melodias.
Entre consonantes e dissonantes, sobre a tênue linha entre os sonhos e os pesadelos, reside uma única música.
Desde que haja desordem dentro do silêncio, e do escuro, haverá a motivação. Qual? Somente aquela impossível aos cegos e aos surdos.
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