Sim, um pouco eu já deixei. Mas sabe, para alguém que nunca deixa, todo pouco torna-se muito.
Então deixei muito, muito mesmo. Deixei um tanto que jamais pude imaginar possível e capaz. Deixei que desgarrasse, que se atrevesse sem rodeios pois já estava lá, de rédea pendurada e fôlego errante. É.
Mas foi aos pouco, poucos desses raros que, por fim, pude deixar esse muito necessário livre, essa entidade que só faz pouso onde acha que deve mas sabe que todo lugar é para vôo e revoada.
Sim, eu me chamo assim, essa entidade chamada liberdade.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Entidad[e]dadrebiL
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