sábado, 26 de outubro de 2013

Créditos

Comemos o que não produzimos. Bebemos o que não processamos. E lemos histórias que nem sonhávamos escrever.
Rimos com a vida da mesma forma que choramos com a morte: sem entender.
Ousadia? Quem sabe.
Permito-me à arrogância de apontar o dedo e julgar. Como também aceito o julgamento.
Permito-me para evitar a hipocrisia, mas apenas pratico mentalmente. 
É a primeira imagens que publico aqui sendo de captura pessoal. Créditos do bolo para um mercado próximo. Créditos ao café para uma marca barata mas nem por isso ruim. Créditos ao livro para o professor de uma garota com quem saio que, por sorte minha, esqueceu-o em minha posse. Créditos sonoros à mim que decidi por um som melancólico. Créditos ao Snoopy que desde minha infância se faz presente nos meus momentos de memória inocente. Créditos à caneca que apresenta-me com estilo ao invés de uma elegância puída.

Nenhum comentário:

Postar um comentário