Liberdade,
Teu céu já não é mais tão azul,
Ó liberdade.
Tuas pedras contínuam duras, mas já não machucam mais.
Teu cheiro ainda possui a mesma fragrância,
Ó liberdade.
Próxima ao Paraíso
Atrás da catedral da Sé
Com olhos puxados
E línguas ininteligíveis
Liberdade!
Em São Paulo tu é conceito concreto de puro concreto.
Na abstração tua forma é moldável.
Na essência eu não mais te reconheço,
Ó liberdade.
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