terça-feira, 29 de abril de 2014

(Armadura) Carne e ossos

Minha armadura está gasta.
Há plenos dias da idade maldita do rock e, antes disso, sempre soube que minha armadura já estava gasta.
Não faltam partes, poucas se quebraram, algumas já não funcionam como deveria desde o concebimento.
Duvido aqui comigo, e outros tantos eus, se há peças de reposição.
Sabem, não me importo tanto com a máquina, assim. Eu abriria mão dela desde que soubesse que a consciência teria paz. Oh, sim. Paz!
Lutar com armadura de carne e ossos não é páreo contra a luta da inquietação, da mente condenada à consciência.

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