
A beleza na destruição, na desconstrução, na decomposição.
Quem se horroriza com a beleza da destruição não exatamente repudia a imagem, e sim o que a ela está atrelado. Já se foram quase 70 anos desde que a conexão entre horror e esta magnífica imagem foi criada. Não é justo não nos permitirmos encher de endorfina perante tamanha beleza artificial. Não digo que devemos contempla-la como se fosse uma obra passível de reprodução todos finais-de-semana, mas que possamos admitir a incrível artificialidade, a matéria decomposta, a forma desconstruída e as vidas destruídas.
Liberte-se.
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