É da inquietude que eles gostam. Todos. Da insuportável tensão sobre água que, quando rompida, deixa cair até as coisas mais banais.
São pratos cheios de dor, ódio, angústia e selvageria. São regados com azeite sádico e algumas pitadas de sal maligno. Tudo com toque gourmet.
E não são saciados com misérias, gostam de fartura. Gostam de sentir o sabor do sangue daquele lindo pedaço de carne humana. São uns perversos, sem dúvida...
...e os compreendo perfeitamente.
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