Conhecimento é necessário até que ponto? Já se perguntou? Não importa o tipo ou a motivação: quase prudente e sensato é o conhecimento sobre tudo o que se deseja? Não sei.
É fato que não sabemos de tudo, que não saberemos de tudo e que, tampouco, deixarão que saibamos de tudo. Sim! Por vezes, e essas são muitas, o mais plausível é que estejamos à margem da ignorância. Exatamente! Mas não por que assim desejam, e sim para o nosso próprio bem.
É evidente que nem todos sabem lidar com a liberdade que lhe é proporcionada. Alguns não saem da caverna, outros relutam em deixa-la e, tantos, sequer sabem o que fazer dela. ELES NÃO SABEM O QUE FAZER. Sim, recebem a liberdade e não compreendem seu valor. Pior, não compreendem seu significado. Liberdade é poder voltar ao local de onde se partiu sem remorso da jornada. E ir sem temer retornar. É o despudor em não viver alienado.
Então, caro, pergunto-lhe se é sensato que todos saibam! Diga-me, dentre tuas ignorâncias, é cabido que todos detenham sabedoria? Se assim fosse, nosso sistema não existiria. Se nosso sistema não existisse não caberiam pessoas que o alimentassem.
De todo modo, sem entretantos e menos ainda com entrepoucos, creio na ignorância como rumo e acerto à felicidade. Sem dúvida.

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