Às vezes, o que preciso, é que arranquem minha roupa, arranquem minha pele, minha carne, que quebrem meus ossos, desfaçam meu físico, eletrocutem minha mente, contestem minha opiniões e, se for possível, tenham coragem de dizer as verdades que necessito ouvir.
Às vezes, o que preciso, é que as pessoas tenham coragem de me enfrentar, e não é no punho, é na simples ideia.
Às vezes, o que preciso, é apenas de um conflito verbal... E não faço questão de vencê-lo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário