segunda-feira, 28 de março de 2016

Ela. Sempre...

Os anos... Sim, sempre eles. Como pode o tempo ser tão categórico quando se permite ser irônico em anos? Incrível sua capacidade em ser tão eficiente não em dias, meses, décadas ou em centenas... Anos são sua anedota.
Quando a ironia nasceu deus pensou "tô ferrado, esse vai me desafiar. Só desejo que não seja teimoso". Se ferrou pois a ironia nasceu no início de maio e, com isso, seu sol em touro só trouxe alegrias... Para a ironia.
Ela foi bárbara em inúmeros momento da existência terrena entre deuses, semideuses e mundanos... Ela foi a chave. Muitos esqueceram-se de suas origens, motivações e justificativas de suas jornadas. Muitos, inclusive, alteraram seus rumos. Poucos desistiram, mas ainda assim houve aqueles que se atreveram. Dentre estes e, infelizmente, poucos que ousarei conhecer.
Sim, nossa ironia. Não percebi se mais tua ou minha. Se mais nossa ou de outros. Talvez do desejo alheio e talvez do desejo insano. Quem deve saber? Talvez saibamos e, assim, a ironia nos visita pois, irônicos, quem mais ela adoraria beber um chá?
Coincidência feliz ou inocência ingênua, quem liga?! Eu quero mais é que a ironia me diga.

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