A brasa que arde, que mantém o calor à volta, por vezes, torna-se chama, inflama as quietudes e torna tudo combustível.
O ardor da brasa não machuca, mas não esfria; já a língua de fogo que nasce com o dançar dos ventos traz bailarinos insanos.
Um passo em falso e tudo sucumbe, mas todos os passos falsos não amenizam as labaredas que cercam as inquietudes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário