Frequentemente
Troco os pés pelas mãos
Mas eu só sei ser assim
Quando a chama acende
O líquido instantemente borbulha
Mas eu só sei ser assim
E a névoa toma conta e cega
Sem ver, saio errante pois
Eu só sei ser assim
E quando os pés voltam às pernas
E as mãos aos braços
Eu só sei ser assim
Pois mais que frequentemente
Perco-me e demoro a reencontrar-me
Pois, eu só sei ser eu, assim
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