Amarra-te mas não esqueça de soltar teus sentidos em queda livre, trajetória errante, compasso descompassado, dissonância erudita e um pouco de olhos vendados.
Amarra-te pois, se não voltares te encontrarão; mas se por ventura reencontrar-te saberá que deixou-te seguro em amarra tua.
Liberte-se! Afinal se os olhos vendados, nariz estancado, a boca anordaçada e os membros amputados, utiliza o que ainda é teu e de mais ninguém: liberta tua mente.
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