Ah, o plástico.
O que dizer da matéria prima,
substituta do bronze
e do mármore, e
tantas outras árduas de trabalho
como
a própria carne?
Como,
enquanto em ódio,
ode ao derivado do nocivo,
resultado do
passado em decomposição?
Em meio à matéria,
somos todos adoradores
da putrefação...
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