Sempre admirei a intensidade.
A maneira como os ventos sopram, dançam e, tornados, tornam de onde vieram. A vontade do fogo em arder e, até mesmo sem chama, incendiar o incessante consumo. A loucura fomentada pela paixão, digna de tornados incandescentes, açoitando ao único presente.
Só não entendo o ódio gratuito.
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