E todo o universo perde sua regência. As regras que o conduziam deixam de requisitar seu direito. E, dentro de uma nova observação, de novos astros encontra-se uma física irreconhecível. A nova fotografia da realidade sem artificialidades.
Mas desse encontro nunca haverá resultante perfeita. Da interferência do novo astro pode-se já observar a turbulência registrada no que, supostamente, chama-se como "equilíbrio". Mas o novo astro não buscou, e já o encontrou e não se vê deixando...
E uma nova dança nasce. Um novo passo se estabelece. A nova realidade se apresenta compassadá. Não existem distúrbios. A gravitação se encarrega solitária. Eventos permanecem tímidos. Em toda gravitação binária, complexa por si só, o terceiro elemento é um grande distúrbio.
No entanto a trajetória foi uma casualidade, talvez um evento singular, compreensão desconhecida e consequências inimagináveis.
Mas veja que belo astro, orbitando sua gravidade predileta, desgastando sua inércia ao encontro mortal.
Não há julgamento para determinar se houve tempo. Não se conhece esta física para observá-la desta nova perspectiva. Não se entende se macro ou se micro. O looping somente é mascarado por músicas recorrentes em se rasgar o vácuo do determinante espaço que há entre tudo.
E a análise de eventos dramáticos nunca tinha sido tão dramática.
(Sinapses Desvairadas)
Nenhum comentário:
Postar um comentário