E se, e se somente se, por uma fração temporal, tu descobre-se na mais pura e genuína verdade? Na realidade mais perfeita dentre suas imperfeições? E o deslumbre lhe embriaga e furta a capacidade argumentativa com o meio?
Mas e se, e se somente se, perceberes que a verdade não se revela explícita, e vulgar, diante de ti?
E se fores a vulgaridade?
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