Nunca foi uma opção minha. É fato que a partir de um dado momento percebi que as coisas estavam acontecendo dessa forma, mas eu jamais procurei por isso.
Eu assistia de camarote, era quase perturbador. Vez e outra, consecutivas e repetidas vezes.
Certa vez, em um ato sábio (e confesso as pouca vezes que esse divino ato ocorreu) brilhei minha mais intensa e potente luz. Poderia ser comparado à 10 mil sóis. Felizmente evitei uma catástrofe.
Já outras vezes, de atenção displicente, assisti à pequenas embarcações naufragarem ao encontrar os pedregulhos. Algumas encalhavam, mas eram abandonada e, com os anos, o vento, o mar e o sol davam cabo.
É verdade que por anos eu não compreendia. A responsabilidade era tamanha a displicência, que por sua vez fazia frente à ignorância. É fato, eu não desejava estar alí. Fui posto inadvertidamente e sem maiores explicações. Assisti todos os tipos de embarcações navegarem pelas proximidades, assisti todos os tipos se aproximarem. Poucos demasiadamente próximos. Alguns se perdiam e outros, mesmo advertidos, naufragavam. Ou pior, ocasionavam acidentes.
São esses anos sob o sol, sob a chuva, assistindo o vai e vem das marés, os raios, relâmpagos e tempestades que, querendo ou não, são rasgados por pequeníssimas embarcações (por mais colossal que tenha sido o desejo de criação).
Alguns acidentes são imprevisíveis e eu jamais desejei alertar sobre absolutamente nada. Saiba nadar antes de enfrentar o mar e certifique-se suportar um encontro com as águas e seus mistérios.
Eu assistia de camarote, era quase perturbador. Vez e outra, consecutivas e repetidas vezes.
Certa vez, em um ato sábio (e confesso as pouca vezes que esse divino ato ocorreu) brilhei minha mais intensa e potente luz. Poderia ser comparado à 10 mil sóis. Felizmente evitei uma catástrofe.
Já outras vezes, de atenção displicente, assisti à pequenas embarcações naufragarem ao encontrar os pedregulhos. Algumas encalhavam, mas eram abandonada e, com os anos, o vento, o mar e o sol davam cabo.
É verdade que por anos eu não compreendia. A responsabilidade era tamanha a displicência, que por sua vez fazia frente à ignorância. É fato, eu não desejava estar alí. Fui posto inadvertidamente e sem maiores explicações. Assisti todos os tipos de embarcações navegarem pelas proximidades, assisti todos os tipos se aproximarem. Poucos demasiadamente próximos. Alguns se perdiam e outros, mesmo advertidos, naufragavam. Ou pior, ocasionavam acidentes.
São esses anos sob o sol, sob a chuva, assistindo o vai e vem das marés, os raios, relâmpagos e tempestades que, querendo ou não, são rasgados por pequeníssimas embarcações (por mais colossal que tenha sido o desejo de criação).
Alguns acidentes são imprevisíveis e eu jamais desejei alertar sobre absolutamente nada. Saiba nadar antes de enfrentar o mar e certifique-se suportar um encontro com as águas e seus mistérios.
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