Lembro daquela partida, a mais demorada e dolorida. Dei adeus com tanta dor e alívio que o paradoxo me subverteu à introspecção maldita. Trouxe confusão, trouxe ordem, trouxe atmosfera inerte.
Assim, naquele instante, deixar foi a decisão mais difícil pois se meu fosse então à mim tornaria visitar.
Então, sem dúvida e com plena certeza absoluta, seja redundante ou não, soube que jamais poderia voltar. Deixar à mim para trás foi a pior melhor decisão da melhor pior ideia já posta em prática por aquele que se permitiu deixar ir e aceitou jamais voltar para si.
sábado, 9 de abril de 2016
Adeus, caro eu. Adeus
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