Até que ponto podemos destruir a máquina para satisfazer a alma?
Maldita poesia
Te vejo em todos os cantos Em cada arredondamento
Te desejo os vincos!
Rasgará todas as perfeições Marca aquilo que não pertence
Desfaz-te
Fura os olhos e viva puro Derrama de ti aquilo que não desejas
Poesia maldita
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