Até que ponto podemos destruir a máquina para satisfazer a alma?
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Se Mario Quintana fez da preguiça seu método de trabalho, por que não fazer do tédio meu método de assassinato? É sério! Tem gente tão entediante que eu quase pratico suicídio nela mesma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário